
Deve haver algum motivo bobo, meio desmiolado,
para todo esse comportamento insano e incoerente.
Deve haver alguma prova, desprovida de fatos,
que justifique toda essa falta de racionalidade.
Mas se no meio, nada de dever e direito surgir,
me tomo por vencida pela fragilidade da alma.
A qual irracionalmente age sem a minha permissão.
Age feito louca, liberta e sem limites.
Age sem tempo, sem desviar dos buracos, sem certeza
e, o pior, sem destino.
Me fado a tomar o controle desse desatino.
Porem, minha posse descontrolada nada mais corrige.
Só me resta me deixar julgar pelo que tu vê.
Pois o que vê é exatamente aquilo que mais detesto apresentar,
mas o que faço sem perceber.
Por isso, é sinceridade cheia de mim.
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